Diocese de Afogados da Ingazeira debate desmatamento e exploração de recursos naturais no Pajeú

Seminário, com o título "A Caatinga, Guardiã da Água", ocorreu dentro da 13ª Semeia (Semana do Meio Ambiente).

Diocese de Salgueiro inicia preparativos para Assembleia Diocesana de Pastoral

Preparativos têm início com Assembleia na Área Pastoral São Marcos.

Na solenidade de Corpus Christi, dom Fernando Saburido convida fiéis a serem “Eucaristia” para o próximo

Celebração foi realizada na quinta-feira, 04, na Igreja do Santíssimo Salvador do Mundo – Sé de Olinda/PE.

Dom Antônio Muniz, arcebispo de Maceió, recebe alta médica

Dom Antônio foi internado para cirurgia cardíaca realizada dia 20 de maio.

domingo, 2 de novembro de 2014

Inscrições para o 5º Encontro Arquidiocesano de Comunicação são prorrogadas

Termina na próxima terça-feira, 4, o prazo de inscrições para o 5º Encontro Arquidiocesano de Comunicação. As fichas estão disponíveis na Cúria Metropolitana, bairro das Graças, na secretaria da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Torre, e com os coordenadores da Pascom nos vicariatos. A taxa custa apenas R$ 10.
“A comunicação da Igreja no Brasil à luz do diretório de comunicação na era da cultura digital”, será o tema encontro, que acontecerá nos próximos dias 7 e 8 de novembro. O evento terá a assessoria dos membros da Comissão Episcopal para a Comunicação Social da CNBB, irmã Élide Fogolari e o padre Clóvis Andrade de Melo.
O encontro acontecerá no Centro Pastoral Padre Romeu, na Paróquia da Torre. A programação começa na sexta-feira, dia 7, às 19h com a apresentação em vídeo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil seguida de um debate. No sábado, o encontro terá início às 8h com um momento de oração e seguirá até as 18h.
Durante todo o dia, os assessores se revezarão em apresentações temáticas que são abordadas pelo documento aprovado neste ano pela CNBB. Os temas vão desde a espiritualidade do comunicador à missão da Pastoral da Comunicação (Pascom) na Igreja, passando pela integração da Pascom com outras pastorais como a catequese e a liturgia.
Diretório
diretrio-1O Documento número 99 da CNBB é composto por dez capítulos, que tratam dos diferentes conteúdos da comunicação, são eles: 1. Comunicação e Igreja no mundo em mudanças, 2. Teologia da Comunicação, 3. Comunicação e vivência da fé, 5, Ética e Comunicação, 6. O protagonismo dos leigos na comunicação evangelizadora, 7. A Igreja e mídia, 8. Igreja e mídias digitais, 9. Políticas de comunicação e 10. Comunicação na Igreja: a atuação da Pascom. Em cada capítulo, além das reflexões apresentadas, são oferecidas pistas de ação para a formação, articulação, produção e espiritualidade da comunicação.
O Diretório é destinado aos responsáveis que atuam na comunicação eclesial e nas relações com a sociedade. O texto oferece conteúdos com referenciais comunicacionais, sociológicos, éticos, políticos, teológicos e pastorais.
Serviço5º Encontro Arquidiocesano de ComunicaçãoTema: “A comunicação da Igreja no Brasil à luz do diretório de comunicação na era da cultura digital”
Data: 7 e 8 de novembro
Local: Centro Pastoral Padre Romeu, Praça da Torre
Inscrições: Cúria Metropolitana – Av. Rui Barbosa, 409, Graças
Taxa de inscrição: R$ 10
Informações: 3453.4958 / 3271.4270

Morte não é a última palavra, afirma Papa no Dia de Finados

No Angelus deste domingo, 2, o Papa Francisco destacou que a celebração de finados e a Solenidade de Todos os Santos, celebrada neste sábado, são duas ocorrências intimamente ligadas entre si, do mesmo modo que a alegria e as lágrimas encontram em Jesus uma síntese que é o fundamento da nossa fé e da nossa esperança:
“Por um lado a Igreja, peregrina na história, se alegra com a intercessão dos santos e beatos que a apoiam na sua missão de anunciar o Evangelho, e por outro lado ela, como Jesus, partilha as lágrimas daqueles que sofrem a separação dos seus entes queridos e, como Ele e com Ele, eleva o seu agradecimento ao Pai que nos libertou do domínio do pecado e da morte”.
Francisco explicou que o cemitério é um “lugar de repouso”, à espera do despertar final, e foi o próprio Jesus que revelou que a morte do corpo é como um sono do qual ele nos desperta. “É, pois, com esta fé que devemos olhar para os túmulos dos nossos entes queridos, daqueles que nos amaram e nos fizeram algum bem”, afirmou.
O Santo Padre disse que hoje os fiéis são chamados a recordar a todos, mesmo aqueles que ninguém se lembra. “Recordemos as vítimas da guerra e da violência; tantos ‘pequenos’ do mundo esmagados pela fome e pela pobreza. Recordemos os irmãos e as irmãs mortos por serem cristãos; e aqueles que sacrificaram a vida para servir aos outros. Confiemos ao Senhor especialmente aqueles que nos deixaram ao longo do último ano”.
A tradição da Igreja sempre exortou os fiéis a rezarem pelos falecidos, em particular, com o oferecimento de uma Missa, explicou o Papa. Segundo ele, a Celebração Eucarística é a melhor ajuda espiritual para dar às almas, especialmente às mais abandonadas.
E destacou que o fundamento desta oração pelos defuntos está na comunhão do Corpo Místico pois, como diz o Concílio Vaticano II, “a Igreja peregrina sobre a terra, bem ciente desta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, desde os primeiros tempos da religião cristã, tem honrado com grande piedade a memória dos mortos”.
“A memória dos defuntos, o cuidado pelas sepulturas e os sufrágios são o testemunho de confiante esperança, enraizada na certeza de que a morte não é a última palavra sobre o destino do ser humano, porque o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem a sua raiz e a sua realização em Deus”.
Em seguida, Francisco fez uma oração pelos falecidos:
“Deus de infinita misericórdia, confiamos à tua imensa bondade aqueles que deixaram este mundo para a eternidade, onde Tu aguardas toda a humanidade redimida pelo sangue precioso de Cristo Teu Filho, morto para nos libertar dos nossos pecados.
Não olhes, Senhor, para as tantas pobrezas e misérias e fraquezas humanas quando nos apresentarmos diante do Teu tribunal, para sermos julgados, para a felicidade ou a condenação.
Dirige para nós o teu olhar misericordioso que nasce da ternura do teu coração, e ajuda-nos a caminhar na estrada e uma completa purificação. Não se perca nenhum dos teus filhos no fogo eterno do inferno onde já não poderá haver arrependimento.
Te confiamos, Senhor, as almas dos nossos entes queridos, das pessoas que morreram sem o conforto sacramental, ou não tiveram ocasião de se arrepender nem mesmo no fim da sua vida. Que nenhum tenha receio de te encontrar depois da peregrinação terrena, na esperança de sermos recebidos nos braços da tua infinita misericórdia.
Que a irmã morte corporal nos encontre vigilantes na oração e carregados de todo o bem realizado ao longo da nossa breve ou longa existência. Senhor, nada nos afaste de Ti nesta terra, mas tudo e todos nos apoiem no ardente desejo de repousar serena e eternamente em Ti. Amem”.
O Santo Padre concluiu sua reflexão convidando os presentes a se voltarem para a Virgem Maria, que sofreu sob a cruz o drama da morte de Cristo e participou depois na alegria da sua ressurreição, pedindo sua ajuda nessa peregrinação cotidiana aqui na terra, para não perderem de vista a meta última da vida, que é o Paraíso.

Artigo: O DIA DE FINADOS


O Dia de Finados nos coloca diante do mistério da morte, em toda a sua amplitude. Desde os primeiros tempos da fé cristã, a Igreja terrena cultiva com grande piedade a memória dos defuntos e oferece sufrágios por eles. Neste dia celebramos nossa fé na ressurreição. Sem ela, a mesma fé seria vã (cf. 1Cor 15,14) e nós não poderíamos fazer outra coisa, diante da morte, do que “afligir-nos como os outros que não têm esperança” (1Ts 4,3). Rezemos pelos nossos finados, dirigindo o pensamento para o mistério da morte, herança comum de todas as criaturas. Somos chamados a confrontarmo-nos com o enigma da morte e, por conseguinte, como viver bem, como encontrar a felicidade.     

A comemoração dos finados, aqueles que chegaram ao fim da vida terrena e já começaram a vida eterna, à qual é dedicado o dia 2 de novembro, ajuda-nos a recordar os nossos entes queridos que nos deixaram e todas as almas a caminho da plenitude da vida, precisamente no horizonte da Igreja celestial. O Dia de Finados foi instituído por Santo Odilon, Abade de Cluny, na França, no ano de 998, no dia seguinte à festa de Todos os Santos (1º de novembro). Rezem por quem já morreu, na certeza da vida eterna.

            No dia de Finados, não festejamos a morte. Seria uma ignorância e uma contradição. Celebramos sim, nossa fé na ressurreição e a esperança do encontro na morada que Jesus nos preparou. A Igreja católica não condena quem reza pelos finados. Quem busca caminhar com Jesus, na vida, estará com Ele na morte e na eternidade. Nossa morte não é um fim. É nossa páscoa, nossa passagem para a casa do Pai.

Nada pode nos separar do amor de Cristo. Quem morre sai deste mundo, destas dimensões e entra na eternidade. Na eternidade, não existe tempo, nem espaço. Deus vê sempre como presente nossa oração, passada ou futura. Rezemos pelos nossos entes queridos falecidos que morreram na esperança da ressurreição. Pois, no dia de Finados nós não rezamos aos mortos, mas pelos mortos. Na morte a vida não é tirada, mas transformada. Por isso, o povo costuma dizer dos falecidos: “passou desta para a melhor!” Olhemos, portanto, a morte com os olhos da fé e da esperança cristã, não com desespero, pensando que tudo acabou. Uma nova vida começou eternamente. Nossa vida é eterna.

                A oração pelos mortos é não só útil, mas necessária, de forma que o pranto, devido ao afastamento terreno, não prevaleça sobre a certeza da ressurreição. Também a visita aos cemitérios, “lugar dos que dormem”, ao mesmo tempo que guarda os laços de afeto com aqueles que nos amaram nesta vida, recorda-nos que todos tendemos para uma outra vida, para além da morte. São Francisco de Assis, ensina-nos: “Louvado sejais, meu Senhor, pela nossa irmã, a morte corporal, da qual nenhum homem pode fugir... é morrendo que se vive para a vida eterna”.  Aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo que só mentalmente, pelos defuntos, concede-se diariamente uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos, do dia 1º ao dia 8 de novembro, mediante confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice.


            Enfim, com a Igreja pedimos, para os nossos finados: o descanso, a luz e a paz. Que todos os que nos precederam descansem em paz e a luz perpétua brilhe para eles. Que as almas dos fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz! Amém!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Arquidiocese de Natal: Seminário de São Pedro realiza encontro com ex-alunos


Dentro da programação comemorativa dos seus noventa e cinco de fundação, o Seminário de São Pedro, casa de formação dos futuros presbíteros da Arquidiocese de Natal, realizará no dia 08 de novembro, a partir das 9 horas uma “Manhã Comemorativa” com ex-alunos e sacerdotes que passaram pelo Seminário ao longo de sua história.

Estarão presentes no encontro, o Arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha,  e os dois arcebispos eméritos, Dom Heitor de Araújo Sales e Dom Matias Patrício de Macedo, que participarão de uma mesa redonda, com alguns outros sacerdotes e seminaristas e debaterão fatos que marcaram suas trajetórias de vida que eles vivenciaram durante o período de seminário.

Faz parte também da programação o relançamento do livro “Formação do Seminarista” de autoria de Dom José Adelino Dantas (que foi reitor do Seminário e bispo das dioceses de Caicó, Garanhuns e Rui Barbosa).
Os interessados devem confirmar presença pelo telefone 3615-2820/2819 até o dia 03 de novembro.