Diocese de Afogados da Ingazeira debate desmatamento e exploração de recursos naturais no Pajeú

Seminário, com o título "A Caatinga, Guardiã da Água", ocorreu dentro da 13ª Semeia (Semana do Meio Ambiente).

Diocese de Salgueiro inicia preparativos para Assembleia Diocesana de Pastoral

Preparativos têm início com Assembleia na Área Pastoral São Marcos.

Na solenidade de Corpus Christi, dom Fernando Saburido convida fiéis a serem “Eucaristia” para o próximo

Celebração foi realizada na quinta-feira, 04, na Igreja do Santíssimo Salvador do Mundo – Sé de Olinda/PE.

Dom Antônio Muniz, arcebispo de Maceió, recebe alta médica

Dom Antônio foi internado para cirurgia cardíaca realizada dia 20 de maio.

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segunda-feira, 27 de julho de 2015

CNBB e Cáritas prosseguem com Campanha SOS Nepal

Após mais de dois meses dos terremotos que atingiram o Nepal, a Campanha de Solidariedade, lançada no Brasil em 30 de abril, já arrecadou mais de um milhão de reais, respondendo aos apelos de solidariedade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Cáritas Brasileira.
A iniciativa visa ajudar cerca de 8 milhões de pessoas atingidas pelo desastre. “Até o mês de junho, a Caritas Internacional distribuiu mais de 5 mil itens alimentares, quase 34 mil kits abrigo e cerca de 15 mil kits de higiene, abrangendo um total de 269.610 pessoas”, informou o assessor de gestão de riscos e emergências da Cáritas Brasileira, João Paulo Couto.
No entanto, informações da Caritas Internacional apontam que ainda existem 2,8 milhões de pessoas necessitando de assistência na região. Perdas na agricultura e indústria afetam em torno de um milhão de pequenos familiares, enquanto a saúde pública sofreu graves perdas, com a destruição de mais de 450 instalações públicas e 16 centros privados, tendo ainda 765 estruturas parcialmente danificadas.
A diretora executiva nacional da Cáritas, Cristina dos Anjos, reitera que o cenário ainda inspira apoio. “Dado esse cenário, a CNBB, a Cáritas Brasileira e a Caritas Internacional continuam com o Apelo Emergencial, na perspectiva da aquisição de lonas e kits de abrigo para mais 20 mil domicílios, além de cobertores, cordas, tapetes plásticos, folhas de plásticos, entre outros materiais e objetos necessários. Todos nós podemos contribuir”, pede a diretora.
Com informações da Cáritas Brasileira

quarta-feira, 22 de julho de 2015

CNBB abre inscrições para Encontro de Jornalistas

Estão abertas as inscrições para o VIII Encontro de Jornalistas das arquidioceses, dioceses, regionais, pastorais e organismos da Igreja no Brasil. Com o objetivo de fortalecer os laços entre os assessores de imprensa e comunicação que prestam serviço à Igreja no país, o evento será realizado de 11 a 13 de setembro, na sede da Cáritas Brasileira, em Brasília (DF).
Desde 2008, o encontro tem sido um espaço para a troca de experiências, formação e articulação da comunicação do setor.
Poderão participar os profissionais ou mesmo os não profissionais, mas que atuam na assessoria de imprensa e comunicação de dioceses, regionais, pastorais ou organismos. Para efetuar a inscrição, é necessária uma carta de recomendação do arcebispo, bispo, ou superior religioso, que deve ser encaminhada ao e-mail:imprensa@cnbb.org.br
As inscrições prosseguirão até o dia 10 de agosto, pelo site da CNBB, e as vagas são limitadas.
Mais informações: imprensa@cnbb.org.br ou pelo telefone (61) 2103-8313.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

CNBB divulga nota sobre a inclusão da ideologia de gênero nos Planos de Educação

No contexto dos debates e votações acerca dos Planos Municipais de Educação, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunido em Brasília (DF), entre 16 e 18 de junho, aprovou e divulgou nota a respeito da inclusão da ideologia de gênero nos textos em discussão. Para os bispos, a proposta de universalização do ensino e o esforço do Estado em estabelecer a inclusão social como eixo orientador da educação merecem "apoio e consideração". Por outro lado, "a introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas trará consequências desastrosas para a vida das crianças e das famílias", diz a nota. Leia a nota na íntegra: 

  Nota da CNBB sobre a inclusão da ideologia de gênero nos Planos de Educação
“Homem e mulher ele os criou” (Gn 1,27)
O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília, nos dias 16 a 18 de junho, manifesta seu reconhecimento pelo importante trabalho de elaboração dos Planos Estaduais e Municipais de Educação em desenvolvimento em todos os estados e municípios brasileiros para o próximo decênio. A proposta de universalização do ensino e o esforço de estabelecer a inclusão social como eixo orientador da educação merecem nosso apoio e consideração ao apontar para a construção de uma sociedade onde todas as pessoas sejam respeitadas.
A tentativa de inclusão da ideologia de gênero nos Planos Estaduais e Municipais de Educação contraria o Plano Nacional de Educação, aprovado no ano passado pelo Congresso Nacional, que rejeitou tal expressão. Pretender que a identidade sexual seja uma construção eminentemente cultural, com a consequente escolha pessoal, como propõe a ideologia de gênero, não é caminho para combater a discriminação das pessoas por causa de sua orientação sexual.
O pressuposto antropológico de uma visão integral do ser humano, fundamentada nos valores humanos e éticos, identidade histórica do povo brasileiro, é que deve nortear os Planos de Educação. A ideologia de gênero vai no caminho oposto e desconstrói o conceito de família, que tem seu fundamento na união estável entre homem e mulher.
 A introdução dessa ideologia na prática pedagógica das escolas trará consequências desastrosas para a vida das crianças e das famílias. O mais grave é que se quer introduzir esta proposta de forma silenciosa nos Planos Municipais de Educação, sem que os maiores interessados, que são os pais e educadores, tenham sido chamados para discuti-la. A ausência da sociedade civil na discussão sobre o modelo de educação a ser adotado fere o direito das famílias de definir as bases e as diretrizes da educação que desejam para seus filhos.
A CNBB reafirma o compromisso da Igreja em se somar aos que combatem todo tipo de discriminação a fim de que tenhamos uma sociedade sempre mais fraterna e solidária. Confia que a sociedade e o Estado cumpram seu direito e dever de oferecer a toda pessoa os meios necessários para uma educação livre e autêntica (cf. CNBB - Doc. 47, n. 73). Reafirma também o papel insubstituível dos pais na educação de seus filhos e primeiros responsáveis por introduzi-los na vida em sociedade.
Agradecemos a tantos que têm se empenhado na defesa de uma educação de qualidade no Brasil, opondo-se até mesmo a excessos do Estado que, muitas vezes, se sobrepõe ao papel dos pais e da família. A estes exortamos a que, juntamente com educadores e associações de famílias, assumam sua tarefa de protagonistas na educação dos filhos.
 Que Deus inspire os legisladores na responsabilidade que têm nesse momento e anime os educadores na nobre e sublime tarefa de colaborar com os pais em sua missão de educar.
Brasília, 18 de junho de 2015.

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia- BA
 Vice-presidente da CNBB

 Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário Geral da CNBB

Para presidente da CNBB, Encíclica apresenta tema de “grande atualidade”

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) concedeu entrevista coletiva à imprensa na tarde desta quinta-feira, 18, em sua sede em Brasília, por ocasião do encerramento da primeira reunião do Conselho Permanente da entidade, que teve início na terça-feira, 16 e foi concluída na manhã de hoje. Aos jornalistas, foi apresentada a Encíclica do papa Francisco, "Laudato si - sobre o cuidado da casa comum”, divulgada pelo Vaticano nesta manhã. Para o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, o tema do documento “é de grande atualidade” e “os problemas são muito urgentes”.
 O texto trata da ecologia humana e o clima está no centro das preocupações apresentadas pelo pontífice. Na publicação, são apontadas as problemáticas e desafios de preservação e prevenção, como também aspectos da proteção à criação e questões como a fome no mundo, pobreza, globalização e escassez. Este é o primeiro documento escrito integralmente pelo pontífice, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis, patrono dos animais e do meio ambiente. O título, inclusive, inspirado na invocação “Louvado sejas, meu Senhor”, que no Cântico das Criaturas recorda que a terra pode ser comparada com uma irmã e uma mãe.
Dom Sergio destacou a gratidão, o louvor, a esperança e a responsabilidade como as atitudes diante da apresentação do texto. Para o arcebispo, “louvor e gratidão” são o espírito da Encíclica, que “se completa com a esperança”.
“Nós temos a esperança de uma acolhida atenta da reflexão que é proposta, mas também das iniciativas, das propostas que aqui vamos encontrar. E é claro que essa atitude de gratidão e esperança também se manifesta como atitude de responsabilidade diante daquilo que o papa apresenta. Porque aqui são diversos níveis de atividades, propostas e consequentemente de responsabilidades”, afirmou dom Sergio.
Ainda teve evidência na fala do presidente da CNBB o quarto capítulo do texto, considerado significativo. “Ecologia Integral” é a proposta de Francisco em um dos seis capítulos da Encíclica. “Eu diria que aí se resume grande parte da maneira, da perspectiva como o papa aborda a temática. Aqui não se fala apenas da ecologia ambiental, mas uma ecologia mais humana, ou de uma visão mais integral da própria ecologia com os vários níveis, ambiental, econômico, social e cultural”, sintetizou.
Ainda sobre a abordagem da temática, dom Sergio analisa a visão de Francisco a respeito das “repercussões sociais” dos problemas ambientais, “sobretudo para os mais pobres, para as regiões mais pobres, mais sofridas”.

Conversão Ecológica
Ao longo do texto, o papa convida a ouvir os "gemidos da criação", exortando todos a uma “conversão ecológica”, a “mudar de rumo”, assumindo a responsabilidade de um compromisso para o “cuidado da casa comum”. Nesse trecho da Encíclica, o papa “pressupõe espiritualidade e mística, iluminada pela Palavra de Deus”, considera dom Sergio, que observa ainda que, embora haja apresentação da temática de forma especializada cientificamente, não faltou a “luz da fé”.
Para o arcebispo de Salvador (BA) e vice-presidente da CNBB, dom Murilo Krieger, o papa foi realista, proativo e corajoso em sua publicação, pois ela “não fica apenas em uma crítica, mas aponta caminhos na esperança de poder mudar a situação do mundo” e “propõe uma mudança de mentalidade”.
O bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, destacou os momentos de preparação do documento, quando o papa teve a “sensibilidade” de recolher as contribuições das conferências episcopais e até do patriarca ecumênico, a respeito do tema.
Dom Leonardo também comentou a proximidade da reflexão com os temas das próximas duas campanhas da Fraternidade, escolhidos antes da publicação da Encíclica. Em 2016, com a coordenação do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), a CF propõe a temática “Casa comum, nossa responsabilidade”. No ano seguinte, “Vida e Biomas” serão os principais elementos de reflexão.
Conselho Permanente
Nesta semana aconteceu a primeira reunião do novo Conselho Permanente da CNBB após a 53ª Assembleia Geral, realizada no mês de abril. Constituem o Conselho Permanente a Presidência da CNBB, os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais e os membros dos Conselhos Episcopais Regionais. Durante a reunião os bispos aprovaram uma mensagem sobre a redução da maioridade penal, uma nota sobre a inclusão da ideologia de gênero nos Planos Municipais de Educação, avaliaram a 53ª Assembleia Geral e elegeram os bispos membros das doze comissões episcopais pastorais.
 Encíclica do papa Francisco, "Laudato si - sobre o cuidado da casa comum” já está disponível nasEdições CNBB e para download em português
 fonte: cnbb

CNBB divulga mensagem sobre a redução da maioridade penal

A Conferência Nacional de Bispos do Brasil divulgou, nesta quarta-feira, 18, uma mensagem sobre a redução da maioridade penal, cuja matéria está em votação no Congresso Nacional. Confira abaixo, na íntegra:
 Mensagem da CNBB sobre a Redução da Maioridade Penal
 “Felizes os que têm fome e sede da justiça, porque serão saciados” (Mt 5,6).
Temos acompanhado, nos últimos dias, os intensos debates sobre a redução da maioridade penal, provocados pela votação desta matéria no Congresso Nacional. Trata-se de um tema de extrema importância porque diz respeito, de um lado, à segurança da população e, de outro, à promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. É natural que a complexidade do tema deixe dividida a população que aspira por segurança. Afinal, ninguém pode compactuar com a violência, venha de onde vier.
É preciso, no entanto, desfazer alguns equívocos que têm embasado a argumentação dos que defendem a redução da maioridade penal como, por exemplo, a afirmação de que há impunidade quando o adolescente comete um delito e que, com a redução da idade penal, se diminuirá a violência. No Brasil, a responsabilização penal do adolescente começa aos 12 anos. Dados do Mapa da Violência de 2014 mostram que os adolescentes são mais vítimas que responsáveis pela violência que apavora a população. Se há impunidade, a culpa não é da lei, mas dos responsáveis por sua aplicação.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), saudado há 25 anos como uma das melhores leis do mundo em relação à criança e ao adolescente, é exigente com o adolescente em conflito com a lei e não compactua com a impunidade. As medidas socioeducativas nele previstas foram adotadas a partir do princípio de que todo adolescente infrator é recuperável, por mais grave que seja o delito que tenha cometido. Esse princípio está de pleno acordo com a fé cristã, que nos ensina a fazer a diferença entre o pecador e o pecado, amando o primeiro e condenando o segundo.
Se aprovada a redução da maioridade penal, abrem-se as portas para o desrespeito a outros direitos da criança e do adolescente, colocando em xeque a Doutrina da Proteção Integral assegurada pelo ECA. Poderá haver um “efeito dominó” fazendo com que algumas violações aos direitos da criança e do adolescente deixem de ser crimes como a venda de bebida alcoólica, abusos sexuais, dentre outras.
A comoção não é boa conselheira e, nesse caso, pode levar a decisões equivocadas com danos irreparáveis para muitas crianças e adolescentes, incidindo diretamente nas famílias e na sociedade. O caminho para pôr fim à condenável violência praticada por adolescentes passa, antes de tudo, por ações preventivas como educação de qualidade, em tempo integral; combate sistemático ao tráfico de drogas; proteção à família; criação, por parte dos poderes públicos e de nossas comunidades eclesiais, de espaços de convivência, visando a ocupação e a inclusão social de adolescentes e jovens por meio de lazer sadio e atividades educativas; reafirmação de valores como o amor, o perdão, a reconciliação, a responsabilidade e a paz.
Consciente da importância de se dedicar mais tempo à reflexão sobre esse tema, também sob a luz do Evangelho, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, reunido em Brasília, nos dias 16 a 18 de junho, em consonância com a 53ª Assembleia Geral da CNBB, dirige esta mensagem a toda a sociedade brasileira, especialmente, às comunidades eclesiais, a fim de exortá-las a fazer uma opção clara em favor da criança e do adolescente. Digamos não à redução da maioridade penal e reivindiquemos das autoridades competentes o cumprimento do que estabelece o ECA para o adolescente em conflito com a lei.
Que Nossa Senhora, a jovem de Nazaré, proteja as crianças e adolescentes do Brasil!
Brasília, 18 de junho de 2015.

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

                 Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia-BA
              Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário Geral da CNBB

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Novos membros do Conselho Permanente da CNBB se reúnem em Brasília

A reunião do novo Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) teve início hoje, 16, pela manhã, na sede da entidade, em Brasília. Trata-se do primeiro encontro da nova presidência da CNBB com os bispos presidentes das doze Comissões Episcopais Pastorais, eleitos durante a 53ª Assembleia Geral, para o quadriênio 2015-2019 e os membros eleitos dos Conselhos Episcopais Regionais.
Nesta ocasião, os bispos terão a oportunidade de conhecer a missão do Conselho Permanente, os trabalhos das Comissões e ainda as competências e atividades na CNBB.  Serão eleitos, no decorrer dos dias, os bispos membros das Comissões, que são compostas por um bispo presidente e bispos membros.
Participam desta reunião a nova presidência da CNBB, sendo o arcebispo de Brasília e presidente da entidade, dom Sérgio da Rocha; o arcebispo de Salvador e vice-presidente, dom Murilo Sebastião Krieger; e o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral, dom Leonardo Steiner.
Ao abrir a reunião, dom Sergio deu as boas-vindas aos novos membros do Conselho, agradecendo a resposta positiva de cada um nesta nova missão junto à CNBB. “Esperança e gratidão para todos aqueles que estão assumindo suas funções aqui na entidade. Que possamos juntos viver fraternalmente, pelo bem da vida e missão da Igreja no Brasil”, desejou dom Sérgio.
Avaliação e planejamento
O subsecretário ajunto de pastoral da CNBB, para Francisco de Assis Wloch, explica que esta primeira reunião da nova gestão da Conferência é também momento de avaliação da 53ª Assembleia Geral e encaminhamentos dos trabalhos designados pelo episcopado brasileiro. “A reunião também é espaço de convivência fraterna, entrosamento e aproximação entre os membros do Conselho, para um trabalho conjunto na unidade”, comenta padre Francisco.
Na quinta-feira, 18, o Conselho Permanente abrirá espaço para apresentação da nova encíclica do papa Francisco - “Louvado seja – sobre o cuidado da casa comum”, que trata das problemáticas e desafios de preservação do meio ambiente, além da fome no mundo, pobreza e globalização. Em consonância com a encíclica do papa, em 2016, a Campanha da Fraternidade Ecumênica da CNBB terá como tema “Casa comum, nossa responsabilidade”. A atividade será coordenada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).
Também estão na pauta da reunião as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE), Colégio Pio Brasileiro, Prêmios de Comunicação da CNBB e o planejamento do calendário de atividades 2015-2016.
A reunião do Conselho Permanente prosseguirá até quinta-feira, 18.
Confira os presidentes das Comissões Episcopais:
Dom Jaime Spengler – arcebispo de Porto Alegre (RS)
Presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada
Dom Severino Clasen – bispo de Caçador (SC)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato

Dom Esmeraldo Barreto de Farias - bispo auxiliar de São Luís (MA)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária
Dom José Antônio Peruzzo, arcebispo de Curitiba (PR)
Presidente da ComissãoEpiscopal Pastoral para Animação Bíblico-catequética
Dom Pedro Carlos Cipollini, bispo de Amparo (SP)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé
Dom Armando Bucciol, bispo Nossa Senhora do Livramento (BA)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Liturgia
Dom Darci José Nicioli, bispo auxiliar de Aparecida (SP)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação
Dom Vilsom Basso, bispo de Caxias (MA)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude
Dom João Bosco Barbosa, bispo de Osasco (SP)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família
Dom João Justino de Medeiros, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação
Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz
Dom Francisco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ)
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso

terça-feira, 26 de maio de 2015

CNBB apresenta subsídio sobre as Desigualdades Sociais no Brasil

Foi publicado o segundo volume do subsídio “Pensando o Brasil”. O texto aprovado na 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada no mês de abril, em Aparecida (SP), trata das desigualdades sociais no Brasil e deseja contribuir para a análise e busca de respostas sobre o tema.
À luz do Evangelho, o texto trata de situações como a crescente violência na sociedade brasileira e a corrupção considerada endêmica e que aumenta a desigualdade.“Somos sempre convidados a pesquisar e a refletir sobre as relações e as situações concretas vividas pelas filhas e pelos filhos de Deus”, afirma o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.
A publicação, disponível nas Edições CNBB, está dividida em três partes. A primeira aborda a desigualdade estruturante da sociedade brasileira. Neste trecho são apresentados elementos da realidade do país, como o limite das políticas públicas, a concentração econômica e financeira, o mecanismo da dívida pública com a taxa básica de juros, a inclusão de parte da população no mercado de consumo sem reformas estruturais e as Políticas de Direitos Sociais.
A segunda parte do texto é dedicada ao olhar da Igreja sobre a desigualdade social e a última fala do desejo do episcopado brasileiro de buscar novos caminhos de convivência. “Estamos necessitados de um novo horizonte que priorize a vida de todos sobre a apropriação dos bens por parte de alguns”, considera o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. 
“A desigualdade será sempre menor, na medida em que a justiça, novo nome da paz, conduzir os passos de todas as pessoas, especialmente dos que têm a responsabilidade do poder público”, afirma o bispo.
Pensando o Brasil
A série Pensando o Brasil é um olhar do episcopado brasileiro acerca de temas da realidade do Brasil. No ano passado, a 52ª Assembleia Geral da CNBB aprovou o volume 1 do subsídio, que tratou dos “Desafios diante das eleições 2014”, com indicações para o pleito eleitoral que estava em curso.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

CNBB acolhe o novo bispo de Garanhuns (PE)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNB), em mensagem, saúda padre Paulo Jackson Nóbrega de Souza, nomeado ontem, 20, pelo papa Francisco, como bispo de Garanhuns (PE). No texto, o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, acolhe “padre Paulo Nóbrega como novo membro da CNBB, desejando que sua trajetória no episcopado seja um verdadeiro anúncio do amor de Jesus Cristo, “rosto da misericórdia do Pai”(Misericordiae Vultus). 
 Leia, abaixo, a mensagem.

Saudação ao Padre Paulo Jackson Nóbrega
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB recebe, com alegria, a decisão do Papa Francisco em nomear, hoje, 20 de maio, o Revmº. Padre Paulo Jackson Nóbrega de Souza como Bispo de Garanhuns – PE.
 Natural de São José de Espinharas (PB), nasceu em 17 de abril de 1969. Foi ordenado presbítero em 17 de dezembro de 1993. Em sua caminhada sacerdotal, exerceu as funções de reitor do Seminário Propedêutico, coordenador diocesano de pastoral, membro do Conselho Presbiteral e do Colégio de Consultores.
É mestre em Exegese Bíblica pelo Pontifício Instituto Bíblico e doutor em Teologia Bíblica pela Universidade Gregoriana de Roma. Desde 2012, reside em Belo Horizonte, onde exercia até o momento, a função de professor da Sagrada Escritura e formador do Seminário Teológico da diocese de Patos e administrador paroquial da paróquia Senhor Bom Jesus do Horto.  
Acolhemos o Revmº. Padre Paulo Nóbrega como novo membro da CNBB, desejando que sua trajetória no episcopado seja um verdadeiro anúncio do amor de Jesus Cristo, “rosto da misericórdia do Pai”(Misericordiae Vultus). 
Suplicamos para esse nosso irmão e para o povo a ele confiado a bênção de Deus e a maternal proteção de Virgem Maria.
Com nossas preces,
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Ano da Paz proposto pela CNBB tem iniciativas pelo Brasil

Com a chegada do Ano Novo, iniciaram-se também ações pela Paz. Em 2014, os bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovaram, por unanimidade durante a 52ª Assembleia Geral, o Ano da Paz. Trata-se de um período de reflexões, orações e ações sociais, que se estenderá até o Natal de 2015. Baixe aqui o banner do Ano da Paz.
No dia 1º de janeiro, paróquias da arquidiocese de São Luís (MA) reuniram fiéis para proclamar a paz. As missas começaram logo cedo, com participação de centenas de pessoas. Outras atividades estão previstas ao longo do ano na cidade, que pretende, ainda, contar com o engajamento de escolas, universidades e outros setores da sociedade. Na arquidiocese do Rio de Janeiro, também foram celebradas missas pela paz. O arcebispo, cardeal dom Orani João Tempesta, recordou que a “alegria nasce da paz que Cristo concede”.
“Que possamos viver este Ano da Paz com muitas bênçãos. Atitudes, gestos concretos e sempre pedindo ao Senhor que nos ilumine e que traga esta paz aos nossos corações, às famílias e a todo o mundo. Que a Paz reine em nossas fronteiras! Sejamos propagadores e testemunhas da paz, aquela paz que vem do Senhor”, disse o cardeal Orani.
 Com a proposta do Ano da Paz, a Igreja no Brasil quer ajudar na superação da violência e despertar para a convivência mais respeitosa e fraterna entre as pessoas, explica o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. “A violência, a falta de paz, provém do desprezo aos valores da família, da escola na formação do cidadão, do desprezo da vida simples", pontua dom Leonardo.
De acordo com os últimos dados do Mapa da Violência, mais de 56 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2012. Os jovens são os principais afetados neste contexto, somando mais de 27 mil vítimas naquele ano.
Dom Leonardo afirma que as relações mais próximas, na atualidade, encontram dificuldade de manterem-se vivas e que há uma violência generalizada. "Violência que se manifesta na forma da morte de pessoas, na falta de ética na gestão da coisa pública, na impunidade. A violência, a falta de paz, provém do desprezo aos valores da família, da escola na formação do cidadão, do desprezo da vida simples", explicou.
Ações práticas
Para celebração do Ano da Paz, serão aproveitados os meses temáticos do Ano Litúrgico, como os meses vocacional, da Bíblia e da missão. "Vamos refletir durante o ano sobre o porquê da violência e sobre a necessidade de uma convivência fecunda e frutuosa. O Ano Litúrgico nos oferece oportunidades para pensar sobre a paz e a realidade da violência", lembrou dom Leonardo.
O arcebispo de São Luís (MA) e vice-presidente da CNBB, dom José Belisário da Silva, afirma que o Ano da Paz é um convite para reflexão sobre os motivos de tantos acontecimentos violentos. "Está na hora da sociedade brasileira dar passos no sentido de buscar uma harmonia maior no relacionamento humano. Os nossos relacionamentos estão muito degastados", ressalta.
Para dom Leonardo, o Ano Litúrgico oferece oportunidades para refletir sobre a paz e a realidade da violência. “Os meses temáticos como agosto, mês das vocações, setembro, mês da Palavra de Deus, outubro o mês das missões. Mas desejamos ter um dia para manifestar nas ruas de nossas cidades que acreditamos na paz, na fraternidade”. 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

No Vaticano, cardeal Damasceno concelebrará missa dedicada a Nossa Senhora de Guadalupe


O papa Francisco presidirá, nesta sexta-feira, dia 12, uma celebração em honra a Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da América Latina. O arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, foi convidado a concelebrar com o pontífice na Basílica de São Pedro.
De acordo com a Pontifícia Comissão para a América Latina do Vaticano, o papa confiará a intercessão da padroeira continental “para a evangelização de seus povos, para o crescimento em humanidade e para a construção de condições de paz, justiça e unidade entre suas nações irmãs”.
A missa está marcada para as 18h, no horário local (15h pelo horário de Brasília). Segundo o comunicado da Comissão, a partir de 16h45 (horário local) as bandeiras de todos os países do continente entrarão na Basílica, prestando homenagem à imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Após este momento, haverá recitação do “Rosário Guadalupano”, orações do Advento e cantos da tradição latino-americana.
Cantos da Missa Criola, do compositor Ariel Ramírez, acompanharão a missa. A execução será dirigida por Facundo Ramírez, filho do artista argentino, e por seu grupo musical, além de Patrícia Sosa e o coro romano “Musica Nova”.
A Pontifícia Comissão para a América Latina considera que a festa de Nossa Senhora de Guadalupe tem significado e repercussão especial porque o primeiro papa latino-americano irá presidi-la. O comunicado divulgado em outubro ressalta a demonstração de “uma devoção muito profunda” do papa Francisco à santa. Em maio, por ocasião da visita de bispos mexicanos, foi enviada uma “saudação de filho” à Virgem de Guadalupe.
Evento
No sábado, dia 13, a Comissão organizou um “evento guadalupano”, que acontecerá no Auditório del Augustinianum. Será uma oportunidade de conhecimento mais profundo sobre as aparições e o significado da mensagem de Nossa Senhora de Guadalupe na origem dos povos americanos e na atualidade. Vídeos, cânticos, palestras, diálogos e orações farão parte das atividades.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

CNBB NE2 DIVULGA NOTA DE PESAR PELO FALECIMENTO DO EX GOVERNADOR DE PERNAMBUCO


A Presidência da CNBB NE2 divulgou, na tarde de hoje (13), uma nota de pesar pelo falecimento do ex-governador de Pernambuco e candidato a Presidência da República Eduardo Campos.

Leia a nota na íntegra:

NOTA POR OCASIÃO DA MORTE DO EX-GOVERNADOR
EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS
Prot. GAM-C-169/2014
 
“Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.
E todo aquele que vive e crê em mim jamais morrerá”
Jo 11,25
 
Nós que fazemos a Arquidiocese e a Província Eclesiástica de Olinda e Recife, juntamente com o Regional Nordeste 2 da CNBB, consternados com a trágica morte do ex-governador do Estado de Pernambuco, Eduardo Henrique Accioly Campos, expressando nosso pesar por essa irreparável perda, solidarizamo-nos com a senhora sua esposa, Renata Campos, e filhos; sua genitora, a excelentíssima senhora ministra Ana Arraes, e demais familiares; e o Governo do Estado de Pernambuco, na pessoa do excelentíssimo senhor Governador João Soares Lyra Neto.
Pela palavra do Senhor, consignada no Evangelho segundo São João, acreditamos na imortalidade da vida e não temos dúvida de que todo aquele que vive e morre em Deus encontrará o abraço eterno e misericordioso do Pai.
Testemunho pessoalmente o comprometimento cristão que nosso irmão Eduardo Campos teve ao longo de sua vida, especialmente na atenção para com a formação e educação cristã dos filhos. No desempenho de suas funções políticas, nunca escondeu sua devoção à Nossa Senhora e, como gestor, jamais se esquivou em firmar parcerias com nossas instituições católicas para o bem comum de nosso povo pernambucano.
Sua memória, como a memória de seu avô Miguel Arraes, falecido nesta mesma data, há nove anos, será guardada por todos nós, seus conterrâneos e irmãos na fé, com o mesmo afeto com que amaram o Estado de Pernambuco e as causas do povo que procuraram governar com sabedoria. Acompanhá-los-emos sempre com nossas preces, dizendo com o Livro do Apocalipse: “Felizes os mortos que morrem no Senhor. (...) Descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os acompanham”. (Ap 14,13)
Nesta hora tão difícil para a sua e para as demais famílias que viram subitamente partir seus entes queridos no mesmo acidente aéreo, invocamos a bênção do Senhor nosso Deus sobre todos os irmãos e irmãs entristecidos e asseguramos-lhes orações de conforto e esperança.
Recife, 13 de agosto de 2014.
Dom Antônio Fernando Saburido, OSB
Arcebispo Metropolitano de Olinda e Recife
Presidente do Regional NE 2 da CNBB

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Novos bispos participam de encontro na CNBB


O 25º Encontro de Novos Bispos, promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), teve início ontem, 11, na sede da instituição, em Brasília (DF).
O evento, que transcorrerá até o próximo dia 15, visa promover uma convivência entre os novos bispos, nomeados pelo para Francisco de setembro de 2013 até julho de 2014.
O arcebispo de Palmas (TO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da CNBB, dom Pedro Brito Guimarães, afirma que o encontro é importante por ser o primeiro contato daquele que foi escolhido e nomeado bispo com a estrutura da CNBB. “Esse curso, que na verdade tem mais o formato de encontro, tem como objetivo primeiro a convivência entre eles”, ressalta.
Por meio do curso, os novos bispos podem conhecer a estrutura, os trabalhos e os serviços da CNBB, além de se aproximarem das comissões, das pastorais e dos assessores. Dom Pedro destaca ainda que os participantes irão visitar o Congresso Nacional e conhecer um pouco mais a respeito da questão política, que acaba afetando as questões religiosas. “Pode parecer até estranho mas o bispo deve saber também que existe o Congresso, o Senado e a Câmara, que incidem diretamente na diocese que ele trabalha. Muita coisa chega ou não chega lá dependendo dos representantes políticos”, afirma o arcebispo de Palmas.
Para dom José Carlos de Sousa Campos,  nomeado bispo de Divinópolis (MG) em maio deste ano, a rotina mudou um pouco, desde a sua nomeação. “Hoje o leque de atividades é maior. A diocese de Divinópolis tem 25 municípios e 53 paróquias, então gasto alguma parte do meu tempo para me deslocar entre essas localidades”, explica.
Dom José nutre boas expectativas para o encontro e afirma que o primeiro ganho do evento é mesmo a convivência. “Aqui estão os bispos de muitos lugares do país, muitas cidades, e vamos partilhar um pouco o nosso ser Igreja no Brasil. Claro que além disso, é importante conhecer a estrutura da CNBB, essa casa que, de alguma forma, passa a ser também do bispo no tempo da sua missão”, concluiu o bispo de Divinópolis.

domingo, 10 de agosto de 2014

TV Aparecida sedia debate presidencial promovido pela CNBB


A CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – realiza seu primeiro debate televisivo com os candidatos à Presidência da República. A TV Aparecida, responsável pela organização e geração de imagens, terá seu sinal retransmitido ao vivo pelas demais emissoras de TV, Rádio e Portal de inspiração católica no país.  

O encontro acontecerá no dia 19 de setembro e terá duas horas de duração (das 21h30 às 23h30). As regras e a participação dos candidatos foram acertadas com os representantes dos partidos políticos com representação na câmara dos deputados, conforme determina a Lei Eleitoral.  

Já confirmaram presença no encontro os candidatos Aécio Neves, do PSDB, Eduardo Campos, do PSB, Eduardo Jorge, do PV, Eymael, do PSDC, Luciana Genro, do PSOL, e Pastor Everaldo, do PSC.  

Debate - O evento conta com um reforço na coordenação, o jornalista Rodolpho Gamberini, com passagem por Rede Globo, TV Cultura, Record e SBT. Padre Josafá Moraes, Diretor Geral da TV Aparecida, mediará os cinco blocos do Debate.  

No primeiro, haverá uma mensagem de abertura do presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis. Em seguida, será feira uma pergunta única aos candidatos, elaborada pela CNBB.  

No segundo bloco, os candidatos responderão perguntas dos Bispos indicados pela CNNB que poderão também abordar temas não ligados diretamente à religiosidade, como saúde, educação, habitação, reforma política, entre outros.  
No terceiro bloco, as perguntas serão feitas por jornalistas que irão representar as emissoras de TV e Rádio de inspiração católica que estarão transmitindo o evento.  

O quarto bloco, será do confronto direto entre os candidatos, onde cada um, por sorteio, poderá fazer perguntas ao outro, com réplica e tréplica. No quinto bloco os candidatos farão suas considerações finais.   ​

Rede Aparecida - A TV Aparecida está entre as 14 maiores emissoras de televisão do Brasil, segundo a ANATEL. Seu sinal está disponível para todo o país pela antena parabólica.  
Pelo canal aberto, pode ser sintonizada em 18 estados, 16 capitais e mais de 240 municípios, cobrindo cerca de 70 milhões de pessoas. Está disponível nas principais capitais do Brasil pelo sinal digital e nas TVs por assinatura.

Fonte: A12

sábado, 26 de julho de 2014

Mensagem do Santo Padre para o IV encontro da PASCOM: "mundo digital é campo fundamental da nova saída missionária"



Cidade do Vaticano (RV) – “É necessário que no mundo digital o anúncio do Evangelho seja seguido pela oferta de um encontro pessoal com Cristo, um encontro real e transformador”. Foi o que auspiciou o Papa Francisco na mensagem – assinada pelo Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin - aos participantes do IV Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação (PASCOM) e do 2º Seminário Nacional de Jovens Comunicadores, realizado em Aparecida desde o dia 24 de julho. O tema de reflexão ao longo do encontro é "Comunicação, desafios e possibilidades para evangelizar na era da cultura digital”.

O objetivo dos trabalhos dos dois encontros – a serem concluídos no próximo domingo, 27 – é a pesquisa de novos caminhos para formar e motivar os agentes da pastoral das comunicações no Brasil. O encontro – do qual participam bispos, sacerdotes, religiosos e leigos comprometidos no setor – realiza-se no aniversário da visita do Papa Francisco ao Brasil por ocasião da JMJ.

A experiência vivida no Rio de Janeiro inspirou a mensagem do Papa quando – ao citar a homilia da Missa celebrada em 27 de julho na Catedral do Rio de Janeiro – exortou a “não permanecermos fechados na paróquia, nas nossas comunidades, na nossa instituição paroquial ou na nossa instituição diocesana, quando tantas pessoas estão na espera do Evangelho! Sair enviados. Não é simplesmente abrir a porta para que venham, para colher, mas é sair pela porta para buscar e encontrar!”.

Um convite para “sair”, também dirigido ao mundo digital. “Nenhum caminho pode, nem deve, ser obstruído – explica a este propósito a mensagem – a quem, em nome de Cristo Ressuscitado, se empenha em tornar-se sempre mais solidário com o homem. Com o Evangelho na mão e no coração, é necessário reafirmar que é tempo de continuar a preparar caminhos que conduzam à Palavra de Deus, não descuidando de dirigir uma atenção especial a quem ainda vive em uma fase de busca”.

“De fato – prossegue a mensagem - uma pastoral no mundo digital é chamada a levar em consideração também aqueles que não crêem, caíram no desespero e cultivam no coração o desejo do absoluto e da verdade não efêmero, dado que as novas mídias permitem entrar em contato com seguidores de todas as religiões, com não-crentes e pessoas de todas as culturas”.

“Por isto, em tal contexto, os canais digitais são um campo fundamental na nova “saída” missionária”, afirma o Papa Francisco na Evangelii gaudium (n. 20), à qual – sublinha – todos somos chamados”. Neste sentido, exorta os agentes da pastoral da comunicação “a unirem-se, com confiança e com criatividade consciente e responsável, à rede de relações que a era digital tornou possível”.


O Pontífice indica aos comunicadores brasileiros também as modalidades concretas para fazer isto: de um lado, fornecendo os meios necessários para aprender a linguagem particular deste ‘aerópago’, e de outro reconhecendo “o primado da pessoa”. “Sem esquecer – conclui o Bispo de Roma - que o espaço digital, antes de ser uma mera realidade tecnológica, é antes de tudo um lugar de encontro entre homens e mulheres, cujas aspirações e desafios não são virtuais, mas reais, e tem necessidade de uma resposta concreta”. (JE)

terça-feira, 22 de julho de 2014

Coordenadores diocesanos recebem formação sobre planejamento missionário e pastoral

Representantes de equipes de coordenação da ação evangelizadora nas dioceses e membros dos Conselhos Missionários Diocesanos de todas as regiões do Brasil participaram da Semana de Formação para Coordenadores Diocesanos de Pastoral. O evento, promovido pela Comissão Episcopal para a Missão Continental e pelo Centro Cultural Missionário (CCM), ocorreu em Brasília (DF), de 14 a 18 de julho.
À luz do Documento de Aparecida e da proposta do papa Francisco de se ter uma “Igreja em saída”, as 42 pessoas presentes no encontro refletiram sobre o tema “Planejamento Pastoral Missionário na Igreja local”. Estudaram, ainda, o sentido e a mística do processo de planejamento, a dinâmica pedagógica no exercício das propostas metodológicas de trabalho, a inserção do Serviço de Animação Missionária no Planejamento e no Plano de Ação Pastoral.
Durante a formação, foi realizado um laboratório em que os presentes puderam usar sua experiência para compor propostas concretas de planos de pastoral missionários. De acordo com o assessor da Comissão Episcopal para a Missão Continental, padre Sidnei Dornelas, “os participantes enriqueceram o debate e o horizonte desse ministério de coordenação na Igreja”.
A Semana de Formação foi coordenada pelo padre Sidnei com a colaboração dos padres Ari Antônio dos Reis, José Carlos Pereira e Estevão Raschietti.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Entidades discutem projetos de reforma política

O bispo auxiliar de Belo Horizonte e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação, dom Joaquim Giovani Mol, participou de reunião, no dia 16, para tratar dos projetos de Reforma Política apoiados pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e alguns organismos ligados à entidade. O encontro, realizado na sede da Conferência, em Brasília (DF), concluiu que as duas iniciativas caminharão juntas.
 Os projetos que foram objetos de debate têm como objetivo modificar o cenário político do Brasil, com mais transparência e moralidade nos processos eleitorais e de governo. São eles: o projeto de lei de iniciativa popular, conduzido pela Coalizão Democrática para a Reforma Política e Eleições Limpas, e o Plebiscito Popular para convocação de uma Assembleia Constituinte exclusiva para Reforma Política, liderado pela Plenária Nacional dos Movimentos Sociais Brasileiros.
Na reunião, em que estiveram presentes membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Plenária Nacional dos Movimentos Sociais Brasileiros e da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), foi decidido que será enviada uma carta para explicar às entidades que as duas propostas podem ser desenvolvidas paralelamente e em conjunto. Em agosto, haverá um seminário para as organizações que conduzem os projetos.
Também foi estabelecido que, de 1 a 7 de setembro, será promovida a “Semana Nacional pela Reforma Política”. Na ocasião serão distribuídos por todo país pontos para coleta de assinaturas e votos para o plebiscito, em um ato conjunto dos dois projetos.
Saiba mais
O projeto de lei de inciativa popular para Reforma Política é uma iniciativa da CNBB e da OAB que deu origem à Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas, apoiada por quase cem entidades e por 170 parlamentares.
O projeto pretende proibir o financiamento de campanhas eleitorais por empresas, com implantação do financiamento público e de pessoas físicas, ambos limitados; adotar o sistema eleitoral proporcional em dois turnos, no qual o eleitor inicialmente vota num programa partidário e posteriormente escolhe um dos nomes da lista ordenada no partido; promover a alternância de homens e mulheres nas listas de candidatos dos partidos, para aumentar o número de representações femininas nas casas legislativas, que hoje é de apenas 9% dos parlamentares; e fortalecer os mecanismos de participação popular como Plebiscito, Referendo e Projeto de Lei de Iniciativa Popular.
A outra mobilização é o Plebiscito Popular. Trata-se de uma iniciativa da Plenária Nacional dos Movimentos Sociais Brasileiros, apoiado por diversas Pastorais Sociais e busca recolher votos para fazer com que haja a convocação de uma Assembleia Constituinte exclusiva para Reforma Política. A mobilização, segundo consultores da Semana Social Brasileira, pode ajudar no trabalho de educação política, com esclarecimento à população sobre o funcionamento dos poderes públicos e processos ali desenvolvidos.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Comissão sugere reflexões e celebrações para Mês Vocacional


Agosto é o Mês Vocacional. Como subsídio para vivência deste momento, a Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) elaborou materiais para colaborar na dinâmica de experiência vocacional com o tema “Vocações para uma grande missão” e o lema “Ide e anunciai” (Mt 11, 4b).
O mês das vocações é um momento em que a Igreja no Brasil celebra e faz reflexões sobre as vocações a cada semana,  rezando por cada uma. As vocações dos sacerdotes, dos pais, das famílias e dos catequistas são lembradas nesse período.
Foram elaborados um cartaz e dois livros. O primeiro volume, “Celebrações vocacionais”, propõe momentos de reflexão e oração para vocacionados e coordenadores. O livreto “Viver a vocação” é destinado aos jovens e adolescentes e foi produzido pela Comissão Episcopal paras os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, em parceria com a Pastoral Vocacional, o Serviço de Animação Vocacional e a Pastoral Juvenil.
Os materiais para o Mês Vocacional podem ser adquiridos pelo site www.edicoescnbb.com.br ou pelo telefone (61) 2193-3019.